AÇÕES SINDICAIS

SIEMACO-SP auxilia cerca de 250 trabalhadores da Visa Clean para garantir seus direitos

21/11/2019

Cerca de 130 trabalhadores da Visa Clean, que prestavam serviços de limpeza em agências bancárias do Bradesco em toda a capital, tiveram suas homologações realizadas pelo SIEMACO São Paulo na última quinta-feira (21), após o banco romper seu contrato de prestação de serviços. É a segunda parte desse trabalho, que totaliza 250 pessoas, onde o sindicato fez uma força tarefa para atender todos os trabalhadores e trabalhadoras, além de entrar com processos judiciais para garantir os direitos da categoria.

A equipe do Comércio, liderada pelo diretor Elmo Nicácio (Lagoa), organizou toda a estrutura para recebimento do pessoal e encaminhamento para cada setor, durante todo o dia, com apoio do também diretor diretor Fábio Cruz. "A gente faz todo esforço para ajudar esses trabalhadores e trabalhadoras que perderam seus empregos. Nessa hora difícil, oferecemos a Central de Cursos, para que eles se atualizem, a Central de Vagas, para buscar novo trabalho pra eles, além do apoio jurídico completo", afirma Fábio.

O departamento Jurídico do SIEMACO-SP deu entrada no processo de demissão do pessoal e está atendendo individualmente cada demitido da Visa Clean para entrar com processos judiciais. "Na quinta-feira demos entrada para garantir o FGTS e o seguro-desemprego de cada um dos demitidos. Agora, estamos recebendo cada caso, para entrada na Justiça do Trabalho pelas verbas rescisórias e todas as multas devidas", explica Francisco Júnior, um dos responsáveis pelo Jurídico do sindicato, que organiza os processos juntamente com o coordenador do setor, Márcio Sérgio.

Para André dos Santos, diretor Tesoureiro do SIEMACO-SP que negociou com a empresa as homologações, o importante é ter todos os direitos da categoria garantidos, independentemente da empresa ter perdido o contrato de prestação de serviços. "A empresa tem que estar preparada pra isso, fazendo um provisionamento para não deixar trabalhador desamparado. Já estamos entrando com as ações judiciais gradativamente. Quando a empresa tem lucros, não divide com o trabalhador. Mas quando tem prejuízo, sempre dividir. Não aceitamos isso", diz.

 

  

  

  

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