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Siemaco festeja o Dia Internacional da Mulher, com encontro em Bertioga

11/03/2013



Siemaco festeja o Dia Internacional da Mulher, com encontro em Bertioga O mundo celebra a conquista das mulheres anualmente, no dia oito de março, e o Siemaco não poderia deixar uma data tão importante passar em branco.

No sábado, dia nove, mais de 300 mulheres vivenciaram momentos muito agradáveis, durante as festividades pelo Dia Internacional da Mulher, na Colônia de Férias Pé da Areia, em Bertioga, litoral paulista.

Da recepção, no café da manhã, à confraternização durante o almoço festivo, as trabalhadoras do Asseio, Conservação e Limpeza Urbana de São Paulo foram presenteadas com atividades diversas.

Com direito à aulas de dança, seções relaxantes de massagem, distribuição de brindes encerrando com sorteios.

Afinal, o dia era delas e era preciso colocar toda a alegria para fora! Celebrar para não esquecer Em pleno século 21, segundo estimativas da própria ONU, apenas na Europa 18 mulheres morrem diariamente vítimas da violência doméstica.

No Brasil, os julgamentos dos assassinatos das modelos Eliza Samúdio e da advogada Mércia Naka shima, pelos seus namorados, indicam que essa triste realidade atinge mulheres de todas as classes sociais.

O Brasil, por outro lado, tem como sua representant e maior uma mulher, a Presidenta Dilma Roussef, provando que o sexo feminino, com o apoio dos homens, pode ter sua vez e voz.

Durante pronunciamento à nação, na noite de oito de março passado, por ocasião do Dia Internacional da Mulher, a presidenta, além de anunciar medidas inclusivas voltadas para as familias, ressaltou o papel feminino da sociedade e mandou um duro recado aos machistas e valentões: “Faço um especial apelo e um alerta àqueles homens que, a despeito de tudo, ainda insistem em agredir suas mulheres.

Se é por falta de amor e com paixão que vocês agem assim, peço que pensem no amor, no sacrifício e na dedicação que receberam de suas queridas mães.

Mas se vocês agem assim por falta de respeito ou por falta de temor, não esqueçam jamais que a maior autoridade deste país é uma mulher, uma mulher que não tem medo de enfrentar os injustos nem a injustiça, estejam onde estiverem.

Lula adere ao movimento pelo fim da violência domé stica Apesar de ter avançado rumo à igualdade dos direito s, as mulheres ainda têm uma londa caminhada pela frente.

Embora o número da participa ção feminina na sociedade tenha aumentado significativamente como trabalhadoras, formadoras de opinião e chefes de família, as mulheres ainda ganham salários menores e ocupam um número reduzido de cargos de chefia.

O mais assutador, entretanto, é pensar que é nos próprios lares, onde inclusive enfrentam a dupla jornada de trabalho, que as mulheres têm a sua fragilidade exposta.

Fisicamente mais frágil e muitas vezes para proteger os filhos, as mulheres ainda sofrem agressões que mutilam não apenas o corpo e a alma, mas contaminam as novas ge rações.

Tentando mudar essa triste realidade, foi criada a “Rede de Homens Líderes da Campanha do Secretário-Geral da ONU, Ban Ki-moon, UNA-Se Pelo F im da Violência contra as Mulheres”.

A meta é prevenir e erradicar a violência contra a mulher em todo o mundo.

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou a sua adesão ao movimento e assinou o documento oficial na tarde de hoje (11 de março), n a sede do Instituto Lula, em São Paulo.

Também participam da rede o Mensageiro da Paz das N ações Unidas, o escritor brasileiro Paulo Coelho.

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