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Siemaco leva trabalhadores para sua segunda casa, o sindicato, para debater o Trabalho Decente

 Siemaco leva trabalhadores para sua segunda casa, o sindicato, para debater o Trabalho Decente

GAZ_5363.jpg Siemaco Trabalho Decente

O auditório do Siemaco ficou repleto de trabalhadores e sindicalistas, na manhã dessa terça-feira (23), quando foi debatido o conceito e aplicação doTrabalho Decente. Especialistas do Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos), da UGT (União Geral dos Trabalhadores) e do governo do estado de São Paulo enfatizaram o papel das três instâncias na promoção do trabalho digno, durante o 1º. Seminário Siemaco Trabalho Decente.

Participativos, trabalhadores da base, tanto da Limpeza Urbana quando do Asseio não titubearam. Posicionaram-se e fizeram muitas perguntas, mostrando que o tema Trabalho Decente é prioritário e que a luta pela sua aplicação, de fato, é uma meta a ser perseguida por todos. O Siemaco respeita pratica e persegue o ideal do Trabalho Decente e também protege o ampara o trabalhador em todas as suas instâncias.

Trabalho Decente Prá Gente

À frente dos debates, a diretora do Siemaco, Daniela Sousa, explicou que o Trabalho Decente “vai muito além do emprego e do combate a todos os tipos de discriminação, pois dá valor ao ser humano!”. “Hoje é um dia para ficar na história”, afirmou o também diretor do Siemaco, Elmo Nicácio (Lagoa), ressaltando que não basta ter emprego, mas é preciso buscar o trabalho digno.

“O nosso papel é mudar o cenário atual e temos competência para isso. Afinal com indignação e dignidade poderemos ir longe”, afirmou a Secretária de Saúde e Segurança da UGT Nacional, Cleonice Caetano; enquanto o diretor da Femaco, Edson André dos Santos Filho denunciou a ineficácia do poder público e do Ministério de Trabalho que “fecha os olhos” para a problema. “Hoje é um dia de reflexão. O papel dos cidadãos é denunciar e do sindicato manter-se vigilante 24 horas por dia”, destacou.

Entendendo o Trabalho Decente

“Sem carteira assinada o mundo não roda”, alertou a coordenadora do GT Trabalho e Saúde do Dieese, Ana Yara Paulino. Ao explicar o conceito do Trabalho Decente, denunciou que embora existam leis no Brasil e tratados internacionais, “o trabalho inaceitável não está limitado às áreas rurais e fronteiras, mas diante dos nossos narizes”. Convidando todos a pensarem no tema, inclusive pensando nas gerações futuras, alertou ser impossível concorrer com o trabalho escravo quando o objetivo do capital é apenas econômico..

Lembrando que no Brasil existe liberdade sindical, convocou os trabalhadores a dialogarem com o sindicato, estudarem a cartilha do Trabalho Decente feita pelo Siemaco, multiplicarem as informações entre os seus colegas e cobrarem os patrões. Depois enumerou uma lista de desafios: construir consensos, negociar com a sociedade e comissões tripartites, qualificar, monitorar, estabelecer metas e conquistar o Trabalho Decente.

“O Trabalho Decente tem tudo a ver com o movimento sindical, pois as nossas bandeiras tem os mesmos pilares, lembrou Euan Gibb,  coordenador do Projeto “Multiplicando o Trabalho Decente – Vida Decente, pelo IPROS – Instituto de Promoção Social”, que falou sobre o papel do movimento sindical. Para ele, os sindicalistas tem o compromisso de serem multiplicadores e porta-vozes das bases em todos os fóruns, dos municipais aos internacionais. Convocou todos a retomarem o tema  durante a Jornada Mundial do trablaho Decente, celebrado anualmente no dia Sete  de Outubro.

Já a Coordenadora do Trabalho Decente no âmbito da Secretaria do Emprego e Relações do Trabalho do Estado de São Paulo, Letícia Mourad Lobo Leite, afirmou que as políticas públicas são feitas para todos e que os recursos para aplicá-las saem dos bolsos dos cidadãos, conclamando para a participação dos fóruns.

“Temos uma educação política falha. Os alunos saem das escolhas tendo de escolher uma profissão sem saber quais são os seus direitos, mas os trabalhadores têm papel fundamental na conquista do Trabalho Decente e precisam participar dos fóruns de debates para mostrar aos governos o que querem e cobrar o que precisam.

Como conseguir espaços para diálogo nas empresas? questionou o ajudante de serviços diversos da Soma, Adauto Araújo de Almeida. Letícia respondeu:

“Não podemos cair na armadilha de que não há como mudar”, aconselhando ser preciso se apropriar de todas as ferramentas para dialogar, inclusive através ds representação sindical. “Se o teabalhador não cobrar o patrão não vai  ligar mesmo. É preciso discutir o indecente para buscar o decente!.

A eficiência dos trabalhadores com deficiência

Convidado especial, o secretário Estadual de Assuntos da Acessibilidade da UGT, Firmino Manoel da Silva, foi aclamado pela platéia e conseguiu, após a sua fala, depoimentos sinceros e comoventes de trabalhadores que convivem de forma saudávelcom as diferenças em suas casas. Numa breve análise histórica, ele mostrou que a pessoa com deficiência já foi confundida com ETs e monstros, mortas ao nascer, queimadas nas fogueiras até “ganharem alma”, apesar de, ainda na era moderna, terem sido segregadas pelas instituições médicas e excluídas da sociedade.

Vítima de poliomielite, Firmino, que é cadeirante, contou que trabalha desde os 14 anos e ainda está estudando. “A falta de conscientização sobre os direitos da pessoa com deficiência gera o boicote das empresas, que para cumprir a lei das cotas preferem pagar para eles ficarem em casa”, denunciou lembrando que isso não é benéfico, pois apenas  exclui o trabalhador da convivência social, tão necessária. Os sindicatos podem ajudar a mudar essa realidade, fazendo valer a lei das cotas e garantindo condições no local de trabalho”..

Alertou, ainda, para os perigos do “Benefício da Assistência Continuada” (garante a renda de um salário mínimo para pessoas com deficiência, em qualquer idade, que comprovem que não tem renda familiar o bastante para o seu sustento) pois uma visão errônia por parte da sociedade afasta ainda mais os trabalhadores. “Temos de tirar o foco das limitações e valorizar as habilidades e capacidades, afinal somos pessoas, com direitos e necessidades iguais a todos”, finalizou.

Encerrando a parte oficial do encontro, Joyce Ribeiro e Poliana Duarte, formadoras da Secretaria da Mulher da UGT, desenvolveram uma dinâmica com os convidados. Todos foram convidados a fechar os olhos, embarcar numa cápsula do tempo e se imaginar vivendo num mundo ideal, nos anos de 2030, onde vigora o Trabalho Decente. Depos, já com todos de olhos abertos e as mentes repletas de novos ideias, mas vivenciando a realidade atual, provocaram: “Somos protagonistas das mudanças que queremos!”.

Daniela Sousa convocou todos a se unirem pela promoção do Trabalho Decente, lembrando que o sindicato é a segunda casa dos trabalhadores. 

Com a palavra, os trabalhadores

“Eu me vi no vídeo apresentado no início dos trabalhos, calçando botas e com os pés dentro da água, durante o trabalho”, contou a auxiliar de serviços diversos Rosana dos Santos, confessando que chorou de tanta emoção. “Com certeza vou levar as informações que recebi hoje para o trabalho, pois temos de cobrar os nossos direitos, disse Tais Rocha da Silva, enquanto Maria da Gloria Vieira Carvalho completou:  todas as informações foram muito aproveitáveis! Adoreie star aqui”.

Vestidos de terno e gravata, para o que consideraram uma ocasião muito especial, os coletores da Ecourbis, João Márcio Dias e Girlan Santos Dias Gomes comprometeram-se a não apenas difundir o conceito do trabalho decente e da inclusão da pessoa com deficiência no trabalho, mas na comunidade em que estão inseridos.

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