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Conversando a gente aprende, evolui e se entende. O Siemaco quer ouvir para representar melhor o jovem trabalhador

 Conversando a gente aprende, evolui e se entende. O Siemaco quer ouvir para representar melhor o jovem trabalhador

GAZ_3587.jpg Siemaco Primeira roda de conversas da Secretaria da juventude

Um diálogo extremamente importante aconteceu na manhã de quinta-feira, dia 28, no sindicato. Pelo menos quarenta trabalhadores da nova geração reuniram-se à equipe sindical durante a “1ª Roda de Conversa de Jovens Multiplicadores”, promovida pelo Siemaco Jovem.

Auxiliares de serviços diversos, bueiristas, coletores e varredores, profissionais da empresas Ecourbis (Garagem Sul) e Soma (Alojamento Fazendinha), filiados ou não ao Siemaco, trocaram ideias e partilharam vivências.  “Queremos conhecer cada um de vocês, seus anseios para juntos pensarmos soluções. Trabalhar ainda melhor para vocês é um compromisso do sindicato”, justificou Daniela Sousa, que coordena o trabalho.

A ação será replicada bimensalmente com os trabalhadores das três categorias representadas pelo Siemaco (Asseio e Conservação, Limpeza Urbana e Áreas Verdes). O objetivo futuro é criar um Coletivo da Juventude.

“É muito bom ver a nossa casa cheia de jovens, complementou a Secretária Geral do Siemaco, Marcia Adão. Ela ressaltou que o sindicato é a casa do trabalhador e que “a nossa porta está sempre aberta.”

Convidados especiais, o secretário da juventude da UGT Nacional e da UGT Espírito Santo, respectivamente Gustavo de Paiva Filho e Gutenberg Eangelista Guedes, destacaram o pioneirismo do Siemaco em investir na Secretaria da Juventude. “Os jovens têm demandas próprias que precisam ser entendidas e resolvidas”, observou Gustavo, colocando-se à disposição para somar aos esforços.

Informação que gera transformação

Os professores Carlos Bauer e Luis Paiva, que têm uma longa história nos movimentos organizativos e associativistas e sindicais conduziram os debates. Aos poucos a curiosidade deu lugar ao interesse, a timidez foi deixada de lado e os jovens não apenas se posicionaram como contestaram as estruturas.

 “O trabalho nos humaniza e a organização coletiva, que é o foco do sindicato, é de interesse de toda a categoria”, observou Carlos Bauer. Professor dos cursos de pós-graduação da Uninove – Universidade Nove de Julho, ele abordou um pouco da história do trabalho ao longo da história, pontuando os resquícios da escravidão no mundo capitalista, a cultura do lucro que explora a mão de obra e os desafios do trabalhador na sociedade moderna.

“O sindicato é um organismo que se preocupa com um conjunto específico da sociedade, uma categoria de trabalhadores, e a melhor forma de fortalecer o sindicato é estar presente”, afirmou. Depois provocou: quem educa alguém faz bem a toda a sociedade.

Listou alguns dos desafios a serem perseguidos: reconhecer a importância do indivíduo no conjunto da sociedade; superar a alienação e promover o trabalhador; valorizar a juventude e o papel dos jovens como agentes afirmativos na economia, cultura e política; diminuir a invisibilidade e a exploração no trabalho; dar sentido ao que realizamos e, sobretudo, entender o que está por trás de tudo. “Um problema não é algo ruim ou bom, mas algo a ser resolvido”, provocou.

Carlos Bauer, professor de jovens e adultos que vivem na região periférica da capital paulista e pós graduando da UniNove,  pediu que o grupo reflita sobre o papel do sindicato, lembrou que todo trabalhador quer e precisa crescer e que o conhecimento acumulado por gerações tem de ser apropriado. “A educação é patrimônio de todos e a principal ferramenta para transpor barreiras”, lembrou.

Inevitavelmente, a política entrou na roda

Durante o debate, veio à tona um assunto que poucos jovens admitem gostar, mas praticam intuitivamente: a política!  A preocupação com a realidade atual brasileira é latente e a conversa fluiu.

Gutenberg Eangelista Guedes , acostumado a dialogar com os jovens por sua atuação sindical e política, lembrou que o genocídio dos jovens brasileiros, os riscos da redução da maioridade penal e a importância da participação popular na criação de políticas públicas. “A cada cinco jovens mortos pelos policiais três são negros e quatro justificados como atos de resistência”, denunciou. “Estamos fazendo política enquanto conversamos, hoje”, afirmou.

Compromisso assumido: fazer parte da mudança

Com apenas 23 anos, Caio Lira Nascimento, auxiliar de serviços diversos da Soma, era um dos mais atentos. Há apenas dez meses na limpeza urbana, é a segunda vez que ele visita o sindicato e garantiu que essas oportunidades o ajudam a “abrir a mente”.

Os coletores Felipe de Oliveira Belisário (26 anos, cinco na categoria). Júlio César Santana (23, cinco na profissão) e o auxiliar de serviços diversos Willian Oliveira, (23, dois e meio na limpeza urbana) foram taxativos ao expressar o orgulho que têm de serem garis. “Eu respeito o meu trabalho e sou respeitado”, disse Felipe, que conheceu o sindicato e adorou a oportunidade de participar da roda de conversa.

Willian é filho de varredor e não se importaria se o seu filho também fosse da categoria, desde que ele estude para poder escolher o que quer fazer. Júlio disse que é preciso pensar grande. “Eu sei a importância da minha função para a sociedade”, enfatizou.

“Hoje eu aprendi que é bom falar sobre política, disse a varredora Samara Corsi (24 anos, quatro e meio deles trabalhando nas feiras livres). Com curso universitário, ela é formada em RH e garante que irá transmitir as informações aprendidas com as colegas de trabalho. “Não podemos ser egoístas”, disse. Finalizando, Amauri Luis da Silva, auxiliar de serviços diversos da Soma, resumiu o pensamento dos colegas: Gostei demais, quero vir de novo!   

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