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A Violência Doméstica deixa marcas eternas. É preciso combater este mal com leis e atitude

 A Violência Doméstica deixa marcas eternas. É preciso combater este mal com leis e atitude

No mês em que a mais importante lei brasileira direcionada à mulher completa 12 anosa diretora responsável pela Secretaria da Mulher do Siemaco, Márcia Adão, conversou com os trabalhadores  a respeito. “A tema da violência doméstica não sai de pauta global e a Lei Maria da Penha (Lei n.º 11.340/2006) é fundamental para todos os grupos, independentemente de classe social, raça e religião”, ressaltou na terça-feira (21), na Abecam.

Márcia resumiu as conquistas advindas da legislação protetiva, reconhecida internacionalmente pelo seu ineditismo e importância no combate à Violência Doméstica. Ao lado da também diretora Andrea Ferreira (Ferreirinha), salientou que apesar de não contemplar todas as necessidades das vítimas e que muito ainda precisa ser feito, a Lei Maria da Penha tem um importante função social ao ampliar a discussão e cobrar dos órgãos competentes assistência à vítima e orientação e punição ao agressor.

“O sentimento de posse do homem, somado a fatores comportamentais preservados da cultura machista, coloca a mulher numa condição inferior na nossa sociedade. A agressão pode ser física, sexual ou emocional e começa de forma sutil: uma palavra agressiva, um murro na mesa. O ciclo de violência se repete com o arrepedimento do agressor e a condição de vulnerabilidade da vítima”, explicou Márcia.

Segunda ela, é preciso falar sobre violência doméstica em todos os fóruns, divulgar e valorizar a Lei Maria da Penha e exigir a criação de delegacias da mulher que atendam 24 horas e no final de semana em todo o país. Principalmente, acabar com os estereótipos que reproduzem argumentos ultrapassados e equivocados, que insistem que “mulher gosta de apanhar” ou “é natural a mulher apanhar do marido”.

“A violência doméstica é danosa para as famílias, por interferir direta e negativamente no ambiente. Os sinais do corpo somem, mas a agressão doméstica deixa marcas eternas, na vítima e nas pessoas mais próximas”, alertou.

Dor que não se cura, porém se enfrenta

Durante a exposição do documentário “Maria Cheia de Dores”, uma trabalhadora saiu da sala de reunião (não vamos identificá-la, por respeito à privacidade). Aos prantos, contou que tanto ela quanto a mãe foram vítimas da violência doméstica, mas embora tenham se distanciado dos agressores ela ainda não consegue falar sobre o assunto ou participar de eventos relacionados, em público. “É uma dor eterna, que não se esquece ou cura”, desabafou.

Encarregado da empresa ATS, Ednaldo Moraes, pediu para que a presença do sindicato na sua base de trabalho para difundir mais informações sobre Violência Doméstica. Depois, compartilhou a sua experiência pessoal e testemunhou que é possível romper este círculo de violência, sendo homem.

“Sou casado há 10 anos e nunca bati na minha mulher, apesar de ter visto o meu pai bater na minha mãe a minha infância inteira. Eu tenho de ser melhor do que ele”, argumentou.

“Falar sobre a temática da violência doméstica é muito importante”, disse a gestora Natália Geretto, que estava integrada no grupo que participava do curso de Limpeza Profissional, ministrado pelos professores Lea e Silvio Guerreiro. Ela contou a uma experiência profissional recente ao orientar uma funcionária, vitimada.

“Nós a acolhemos, mas pudemos sentir que além de agressão, a trabalhadora sentia vergonha por ter sido vítima dentro na própria casa, por quem convive diariamente”. Afirmou que ela acolheu e depois a levou a registrar o Boletim de Ocorrência. Também pediu à Márcia que fosse até a empresa replicar a ação sindical com os colaboradores da empresa GLT.

Márcia e Andrea argumentaram que a valorização do profissional da limpeza também é uma forma de conscientizá-lo sobre os temas urgentes.  “Todas as ações realizadas pelo Siemaco visam a valorização do trabalhador da categoria”, disse Andréa.

“É preciso dar visibilidade aos nossos trabalhadores, que não têm nome. A sociedade costuma perceber a nossa ausência, mas ignora a nossa presença”, finalizou Márcia.

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